Após a chuva...
A água subiu por debaixo do piso
O piso tem altura de 20 centímetros
A água trasnbordou o piso
Deixou os computadores do Ministério sem rede
O prédio está ruindo. Espero que nossa economia não esteja no mesmo rumo.
Após a chuva...
A água subiu por debaixo do piso
O piso tem altura de 20 centímetros
A água trasnbordou o piso
Deixou os computadores do Ministério sem rede
O prédio está ruindo. Espero que nossa economia não esteja no mesmo rumo.

A Deputada Federal pelo PSB de São Paulo – Luiza Erundina, em entrevista a emissora de rádio CBN, no dia 28 de março. Disse que a crise que o País passa, acaba com a legitimidade e credibilidade das instituições políticas.
Ontem caiu o último homem do Presidente, o Ex-Ministro da Fazenda Antônio Palocci. Lula é quase um “Pato manco”, governa sozinho sem os super ministros do começo do governo.

Texto e fotografia de Victor Martins

e ser encarada, quanto maior nosso descaso com o que nos cerca, pior fica a nossa qualidade de vida. Isto serve tanto para as passarelas quanto para a rodoviária do Plano Piloto, outro grande problema de Brasília e que muitos brasilienses fingem não enxergar.
...fantasia de perua...
...heróis de quadrinhos...
...sexo seguro ...
... cores e misturas...
...Oscarito na avendida...
...de cara estampada... Mas brasília tem caranaval!
Espaço do leitor
Comentário feito por Magie no Pauta que pariu:
"É... Brasília tem carnaval sim senhor! Não tem o glamour do Rio de Janeiro nem o agito de Salvador, mas resiste ao descaso do GDF e de uma população preconceituosa de si mesma"

O Brasil não tem rei, mas têm palácios – o da Justiça, o do Planalto e outros. A capital do país é palaciana. Ostenta prédios de traços artísticos recheados de gente de todas as grandezas. Gosto do palácio do Buriti, não daquele prédio do governo. Refiro-me a uma obra desconhecida, de um senhor apelidado Buriti e do barracão levantado por ele em Taguatinga.
A beleza de Brasília não se resume aos prédios e ruas bem desenhadas, o que é bonito em Brasília é o povo. O palácio do senhor Buriti era belo, não na arquitetura, mas na gente que freqüentava aquele barraco, lugar que o tempo e os freqüentadores deram o nome de Palácio. No Brasil realmente não tem rei, mas no palácio do Buriti, cavaquinho é majestade e percussão tem título de nobreza. E os majestosos sambistas de outrora e de hoje eram evocados quase todas as noites. No natal cantavam Noel, nas sextas iam de Cartola e o samba que era carioca nascia às margens dos poderes da república e se fazia brasiliense.
Brasília foi feita de cariocas, maranhenses, goianos, a junção dos povos brasileiros, obra de engenharia magnífica que faz do Planalto Central o mais brasileiro dos lugares. Os traços que Brasília seguiu tornaram-na hoje, cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano do país. Humanidade tão desenvolvida que há alguns anos expulsou Buriti do Palácio a murros e pontapés. Derrubaram o barraco alegando ali serem terras públicas.
Buriti não toca mais samba, perdeu o cavaquinho e a alegria no despejo, havia feito o palácio por que achava estar construindo em terras da União: Brasília, terra da união dos povos brasileiros. Mal sabia que União era o Estado. Agora sabe pelo menos, que Índice de Desenvolvimento Humano fica no Plano Piloto e que na periferia tem índice de violência humana.
Espaço do leitor
Comentário feito por Magie no Pauta que pariu
Muito bom este texto. O destaque sobre a violência feita por outra mulher é uma questão importante, porém ocultada na políticas públicas. Os feminismos ainda têm um grande trabalho pela frente!
Comentário feito por Victor Martins no Pauta que pariu
Hoje não dou parabéns a nenhuma mulher pelo oito de março. Isso porque a data me parece machista e eu sou machista. Comemoraria se hoje fosse a data do fim da venda de bundas mulatas para estrangeiros. Sou machista, ainda não conheci um homem que não seja. Não acredito que dar uma rosa vermelha a uma mulher vá resolver desigualdades.
Na onda dos dias internacionais, poderia ser criado o dia internacional do ser-humano. Precisamos de um dia para lembrar do significado da palavra Humano, para ver se o homem aprende a olhar a mulher como semelhante. Para que se acabe com humilhações e relações desiguais entre homens, mulheres, gays, lésbicas e transgêneros (tá vendo como sou machista, falei dos homens primeiro).
Como disse uma amiga feminista, tem de ser “além dos risos e flores”. Oito de março não deveria servir para presentes. Essa data deveria ser um marco na legitimação dos Direitos Feministas, dos Direitos Humanos. Um dia para homens entenderem o machismo. E para todos entenderem que o diferente não é ruim. Se eu falei merda me critiquem.
Comentário feito por Rogério Moraes no Pauta que pariu
A data acaba sendo apenas Histórica, e simbólica. O que interessa mesmo é criar condições de igualdade para todos sem exceções onde o cidadão seja agraciado com privilégios de acordo com a sua competência e não pelo sexo, cor de pele, crença ou por qualquer outro fator.Pela luta as mulheres merecem parabéns todos os dias mais com certeza elas querem apenas respeito.
om ela”, afirma. Desarmava pessoas, separava brigas e protegia a quem necessitasse. Mais da metade do corpo é dotado de cicatrizes, tomou várias facadas e sofreu diversos atentados contra a vida, tem no braço esquerdo a marca de um ataque de onça.
m uma tribo indígena no Pará. “Quando saí da aldeia e voltei p’ra cidade, acostumado com lamparina queria apagar lâmpada soprando.” Nesse tempo que morou na tribo, aprendeu a fazer artesanato com madeira, o que lhe dá algum dinheiro para sobreviver.
O ano no Brasil começa na quarta-feira de cinzas depois do meio dia. Por isso caro leitor: "Feliz 2006!" . A partir de hoje, nós brasileiros, voltamos a labuta diária. Aos engarrafamentos e ao "stress" nosso de cada dia. Em fim, o congresso voltará a trabalhar (será?).
Além dos bacanais, viagens, carros e toda “putaria” congressista paga com dinheiro público – Brasília tem carnaval. Brasília pode não ser a capital do samba, mas é a capital do país do samba, do frevo e do carnaval. Eu sei que os políticos brasileiros fazem folia com dinheiro público, mas a culpa não é do brasiliense. Somos tão brasileiros quanto o baiano ou o gaúcho, ficamos indignados e vergonhosos dos politiqueiros do país. Afinal, o congresso é composto por gente de todo Brasil, e o morador do planalto central também é lesado.